Confira a 4ª Edição do jornal Eco-Polos Amazônia XXI

28 Aug, 2014

Confira a 4ª Edição do jornal Eco-Polos Amazônia XXI

Para conferir a edição, e ficar por dentro de tudo o que acontece no projeto, faça o download da versão online, no link abaixo:  IPÊ – Eco-Polos Amazônia XXI ed 

 

Mais de mil famílias ribeirinhas e indígenas são beneficiadas com projeto

O Projeto Ecopolos, conduzido pelo IPÊ – Instituto de Pesquisas Ecológicas, com o apoio do Fundo Vale, atua junto às comunidades ribeirinhas e atores locais para desenvolver cadeias produtivas sustentáveis na zona rural de Manaus. O projeto contempla 1.295 famílias distribuídas em 29 comunidades da margem esquerda do Baixo Rio Negro.

Seis Unidades de Conservação estão envolvidas na área de abrangência do projeto, quatro delas são de uso sustentável – APA Tarumã Açu, RDS Puranga Conquista, RDS do Tupé, APA Tarumã Mirim – e duas de proteção integral – Parque Estadual Rio Negro Setor Sul e Parque Nacional de Anavilhanas – totalizando 1,219 milhão de hectares de área protegida.

As famílias da região desenvolvem diversos tipos de atividades de forma integrada e baseada no ‘saber-fazer’, relacionados a agricultura, o artesanato, pesca e ao turismo. Para o projeto do IPÊ, o artesanato e os produtos da agrobiodiversidade foram escolhidos, em conjunto, para envolver e fortalecer todas as cadeias produtivas das comunidades.

A diversidade da produção de artesanato na região superou as expectativas. Foram identificadas mais de 270 modelos de peças feitas de madeiras, sementes ou fibras. Foram levantados, também, mais de 62 diferentes itens

da agrobiodiversidade, entre frutas, tubérculose raízes. No total, mais de 490 roçados foram mapeados e 30 novas áreas implantadas, com moderna práticas agroflorestais, sem uso do fogo, no chamado Sistemas Agroflorestais (SAF).

 Além de diversa, a produção agrícola encontrada é de alta qualidade por ser genuinamente orgânica. Os produtores enfrentam vários desafios, principalmente para a regularização da atividade, na emissão das carteiras do artesão e do produtor, da Declaração de Aptidão ao PRONAF (DAP), além da comunicação, transporte, logística e acesso ao mercado.

O projeto tem como objetivo apoiar as iniciativas e desenvolver estruturas viáveis para fomentar as cadeias produtivas como um todo.

 

 

 

 

 

 

 

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